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Reflexão sobre a linguagem matemática e a língua materna
 

                   Sempre percebi as dificuldades das crianças, em entender a linguagem matemática, tanto pelos livros quanto pela professora. É preciso usar uma linguagem coloquial que se aproxime da realidade delas, isso não impede que se trabalhe com a linguagem adequada à matemática, desde os anos iniciais, penso que o professor precisa criar estratégias para que as duas linguagens sejam usadas, a materna e a matemática sendo que as duas são associadas, interdependentes.
                   Faz-se necessário que os professores em geral, oportunizem uma aproximação entre esses dois componentes, de forma intencional. Grande parte dos professores de Matemática, na Educação Básica, ouve de seus alunos: “O que isto quer dizer?” ou “É de multiplicar ou de dividir?” referindo-se a um enunciado ou à tentativa de resolução de um problema. Esses mesmos professores dizem: “Os alunos não sabem interpretar” ou “Os alunos não sabem o que o problema pede”, ou ainda, “Os alunos não sabem Língua Portuguesa, por isso, não conseguem resolver os problemas.” a situação que lhe é apresentada; o problema certamente não é um exercício em que o aluno aplica, de forma quase mecânica, uma fórmula ou um processo operatório.  É preciso que a criança entenda o problema para resolvê-lo, usando estratégias próprias para resolução satisfatória, ou seja, matematicamente correta. 
                   A criança no seu cotidiano, mesmo sem ter estudado sobre o assunto já é capaz de resolver operações e situações problema, por exemplo, conheço garotos que vendem geladinho, coxinha etc. nas ruas e conseguem receber e fazer um troco certinho, aí está à presença da linguagem materna, muitas vezes na sala de aula não resolvem corretamente as operações ou problemas, porque a linguagem do enunciado é apenas matemática, entendo que a linguagem matemática e a linguagem materna andam juntas, são interdependentes.
                   O uso da linguagem matemática desvinculada dos processos de comunicação, entre professores e alunos constitui-se num problema para o processo de ensino e de aprendizagem, no contexto escolar. A relação entre a língua materna e a matemática é definida da função que cada um exerce em nosso cotidiano, como define Granger (Apud Machado 1974, p.141), “todo matemático utiliza a língua matemática em simbiose com sua língua natural, dotando os símbolos, de significados mais ou menos prenhes”. A língua materna se forma com a necessidade de expressão e comunicação do pensamento. Zuchi (2004, p.49) quando afirma que para comunicar-se “um dos meios mais eficientes que [o homem] conhece e de que dispõe é a linguagem”. Por meio da linguagem a criança é exposta ao conhecimento humano e adquire conhecimentos sobre o mundo que a rodeia. (FREITAS, apud ZUCHI, 2004).  Então sendo assim, quais seriam então as linguagens utilizadas pela criança nesse comunicar-se com o mundo? A língua materna surge como resposta imediata. É nela que o bebê recebe grande parte das informações do mundo exterior e, posteriormente, é dela que se utilizará para comunicar-se com esse mundo.
                A aprendizagem em Matemática está ligada à compreensão, isto é, à apreensão do significado. No ensino da Matemática, destacam-se dois aspectos básicos: um consiste em relacionar observações do mundo real com representações (esquemas, tabelas, figuras); outro consiste em relacionar essas representações com princípios e conceitos matemáticos. Nesse processo, a comunicação tem grande importância e deve ser estimulada, levando-se o aluno a “falar” e a “escrever” sobre Matemática, a trabalhar com representações gráficas, desenhos, construções, a aprender como organizar e tratar dados.
   
                   Existe uma capacidade subjacente à linguagem, que temos desde o momento em que nascemos? Sim, a capacidade de reconhecer padrões, afirma Devlin (2004). Ao investigar o talento para lidar com números e a evolução do pensamento matemático, o autor lança uma visão alternativa da mente humana como um instrumento de reconhecer padrões, afirmando que alguns dos padrões que reconhecemos podem ser descritos através da linguagem. Matemática e Língua Materna possuem a mesma raiz, a mesma origem; “a capacidade matemática é nada mais do que a capacidade lingüística usada de maneira ligeiramente diferente” (DEVLIN, 2004, p.37).
                   Considera-se que, desde muito cedo, Matemática e Língua Materna estão presentes em nossas mentes, constituindo nossos fundamentais sistemas de representação, dos quais lançamos mão para interpretar a realidade. Letras e números fazem parte do ferramental cognitivo humano como entes complementares, cooperantes. No limiar do raciocínio, Matemática e Língua Materna apresentam-se associadas, interdependentes. Entretanto, apesar de comungarem da mesma fonte, de compartilharem a mesma raiz, Matemática e Língua Materna, enquanto disciplinas acadêmicas acabam por tomar direções opostas, pois desde o início do processo escolar percebe-se, em nível de senso comum, uma ênfase nos aspectos que separam as duas, em detrimento, sobretudo, da Matemática – que aparece quase como a vilã da história. Nesse sentido, a imagem de duas semi-retas com mesma origem e sentidos opostos pode representar as imagens desses dois saberes, em âmbito escolar, próxima relação a ser tratada. (PCN; 1997)






Referências
B823P BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: matemática / Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 1997. 142p. 1. Parâmetros curriculares nacionais. 2. Matemática: Ensino de primeira à quarta série. I. Título. CDU: 371.214
BRITO, M. J. F. de – Acadêmico de Matemática da FACITEC Orientação: Virgínia Haeser
 A Influência Do Conhecimento Da Língua Materna Na Aprendizagem De Conceitos E Conteúdos Da Matemática 07p. Disponível em: <
http://www.facitec.br/revistamat/download/artigos/artigo_maria_jose_revista.pdf> Acesso em 27/11/15.
DEVLIN, Keith J. (2004). O gene da matemática: o talento para lidar com números e a evolução do pensamento matemático. Tradução: Sérgio Moraes Rego. Rio de Janeiro: Record.
DUARTE, P. C. X. ; PEREIRA, C. H.; REIS, D. C.; ROSA, A. C. da; A Linguagem No Ensino De Matemática 14p. 2013. Disponível em: <http://www.nucleus.feituverava.com.br/index.php/nucleus/article/view/817/1113>. Acesso em 27/11/15.
MACHADO, Nilson J. Matemática e língua materna. 5 ed. São Paulo, SP: Cortez, 2001.
ZUCHI, Ivanete. A importância da linguagem no ensino de matemática. Educação Matemática em Revista, n.16, p. 49-55, ano 11.


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Plano de aula
Maria Tânia Martins

Apresentação da peça teatral “Chapeuzinho Vermelho Brasileiro”
Duração: 50 minutos
Objetivo: Proporcionar a reflexão sobre o desmatamento das nossas florestas.

Público alvo: Alunos do 5º ano 
Material utilizado: Árvores de garrafas pet; cadeira (de balanço); Casinha de papelão (onde caberá a personagem da vovó) e fantasias para os personagens; cesta com doces, balas, bombons; cartazes.
 Desenvolvimento: Distribuir o texto para os alunos; construir o cenário com a ajuda de alguns alunos, enquanto os integrantes da peça se arrumam. Os alunos (expectadores) deverão estar sentados em fileiras de maneira que, os personagens do Lobo e de Chapeuzinho (também algumas crianças que participarão como figurantes na hora da manifestação) possam andar entre eles; pedir atenção e silêncio para que tenham melhor compreensão do conteúdo da peça. No final da apresentação, distribuir os doces da cesta para todos da classe.
Avaliação: Através de portfólio feito pelas crianças, onde farão os registros dos pontos positivos e negativos permitindo uma discussão dos mesmos. Pedir as opiniões das crianças sobre a peça. 
                                

Referência

MODELO DE PLANO DE AULA sugerido pelo Ambiente Virtual De Aprendizagem (AVA) da UEMG.


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Plano  de Aula

Maria Tânia Martins
Teatro (Ensino e apresentação de uma peça)
Duração: 05 aulas

Objetivo: Estudar sobre o teatro, enfatizando seu caráter coletivo e vivenciar esta linguagem artística.

Público alvo: Alunos do quinto ano
 Material: Árvores montadas com garrafa pet; uma casinha de papelão; pincel; cartolinas; TNT; lápis; caneta; borracha; cadeira (de balanço); figurinos; fantasias, (máscaras)
Desenvolvimento: Fazer um breve relato sobre o que é teatro, sua origem e incentivar as crianças para que elas também, conte suas experiências com essa arte; apresentar a peça aos alunos para que leiam e apreciem; Durante a leitura, enfatizar qual deve ser o tom de voz dos personagens chamando atenção para a necessidade de expressar facialmente as emoções vivenciadas por cada um; discutir com eles sobre como a história vai ser apresentada; deixar que, quem for participar da peça, se apresente espontaneamente etc. Fazer um levantamento junto com as crianças do que precisa haver num teatro: quantos atores serão necessários; como serão o figurino e o cenário; decidir junto com os alunos o horário e o dia da apresentação da peça. Fazer a divulgação da peça com textos produzidos pelos alunos (corrigir para depois escrever nos cartazes e convites; acompanhar os alunos nos ensaios da peça e orientá-los a sobre as instruções dadas entre parênteses para a constituição da cena.  Repita o ensaio quantas vezes forem necessárias. Pedir auxílio a outros docentes, funcionários, se caso precisar, na construção do cenário etc.; os convites terão de ser estendido para toda comunidade escolar, proporcionando interação com outros públicos, (O envolvimento de toda a turma será imprescindível para que o objetivo seja completo).
 Avaliação: Através de portfólio feito pelas crianças, onde farão os registros dos pontos positivos e negativos permitindo uma discussão dos mesmos. Assim sendo, teremos mais uma oportunidade de desenvolvermos uma melhor aprendizagem permitindo aos alunos, emitirem suas opiniões resultando assim numa avaliação individualizada, ou seja, cada aluno será avaliado de acordo às suas capacidades artísticas apresentando simultaneamente uma troca de ideias, opiniões experiências.
                                CHAPEUZINHO VERMELHO BRASILEIRO
 Personagens:
Chapeuzinho vermelho, seis anos, obediente, curiosa, feliz.
Vovó 60 anos, doceira, amável.
Lobo mau: vive na floresta, sem idade definida, malvado, mentiroso.
Cenários: Clareira na floresta e casa da vovó.  

 Primeiro ato                               
Chapeuzinho: (cantando) pela estrada a fora eu vou bem sozinha, levar estes doces para vovozinha, ela mora longe o caminho é deserto apesar de floresta o desmatamento é certo.
 Lobo: (pulando na frente de chapeuzinho): Ahaaaa, agora eu peguei você, finalmente depois de te seguir por vários dias nesta quase floresta. O que leva nesta cesta?
Chapeuzinho: Não é da sua conta o que eu levo. Você deve ser o lobo mau, não é? Minha vozinha disse que eu te encontraria, mas sinceramente: não estou com nem um pouquinho de medo de você.
Lobo: não mesmo? Mas eu sou o lobo mau.
Chapeuzinho: tem gente muito pior aqui nesta floresta que você, por exemplo, estes desmatadores. Olha só quanta árvore caída.  
Lobo: Realmente dá medo. Mas eu sou o lobo mau, e você a chapeuzinho vermelho, você tem que ter medo de mim.
 Segundo ato
O lobo ficou pensativo por alguns instantes e decidiu ir conversar foi com a vovó. Cortou caminho por um desvio que somente ele conhecia e chegou à casa da vovó, primeiro que Chapeuzinho.
 O lobo bate suavemente na porta
Vovó: Quem é?
 Lobo: Sou eu, o Lobo.
Vovó: Meu Deus, o que veio fazer aqui? Vai embora!
 Lobo: (choramingando) Ta suave vovó... Não tenha medo! Não vou fazer mal algum a senhora, só quero conversar... É sobre a nossa floresta.
 A vovó percebendo a voz chorosa do lobo, não abre a porta, mas o observa atentamente da janela.
Vovó: Você está chorando? Mas o que aconteceu senhor Lobo?
 Lobo: Descobri que o homem é pior do que eu, mais malvado! Decidi não fazer mais maldade...
 Vovó: Como assim? 
Lobo: Chapeuzinho me fez ver, como o homem está destruindo nossas florestas, existe maldade pior que esta? 
 A vovó olha em volta (horrorizada) percebendo a destruição da floresta! Sussurra melancolicamente:__ Tanto tempo faz que eu não saia de casa...
  Neste momento, Chapeuzinho chega e encontra os dois conversando e olhando fotografias da floresta ainda intacta.
   Chapeuzinho (surpresa com a cena percebe que o Lobo, também se preocupa com o desmatamento da floresta e que ele não é realmente um Lobo tão mau...)
 Chapeuzinho: Tive uma ideia, vamos fazer uma grande manifestação, Lobo, reúna todos os animais, eu vou convocar todos os moradores, vovó, a senhora fará todas as faixas e cartazes ok?
 O lobo sem entender nada perguntou:
 Lobo: Mas... O que é esse negócio de manifestação? Como faz isso?
 Chapeuzinho (rindo) do lobo naquela nova situação.
Chapeuzinho: Vamos exigir que o governo tome providências mais sérias, sobre esse crime ambiental, vamos mostrar ao mundo todo a nossa indignação! Vamos salvar nossas florestas, não podemos ficar assistindo tudo isso de camarote. Queremos punição de fato aos autores desse crime!
  A manifestação aconteceu de forma pacífica e todas as reivindicações foram atendidas. Esse é o Brasil que queremos!
  FIM!






Referências

BENTO, Franciele1 - UEM-PR - MEN, Liliana 2 – UEM – PR. Teatro e educação: uma relação a ser redesenhada. Eixo Temático: Didática: Teorias, Metodologias e Práticas. Disponível em >http://www.pucpr.br/eventos/educere/educere2009/anais/pdf/2778_1313.pdf

GUIMARÃES, Dalvani Rodrigues. A Função Do Teatro Na Formação Da Criança - Grupo Teatral Cena's: O Protagonismo em cena. Disponível em > http://www.recantodasletras.com.br/artigos/3696070

 PCNs, Parâmetros Curriculares Nacionais. Disponível em >http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro06.pdf








Aprender cantando

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Trabalhando linguagens  Vídeo A E I O U, Música. Segue o Link https://www.youtube.com/watch?v=-dVTOImFFuk
 Música: As vogais com música e imagem, um vídeo que pode ser passado para as crianças e depois ampliar a atividade com outros nomes como  A de Avião, E de Escovão,  I  irmão,  O de  Orlandão,  U  de Ursão , assim você trabalha além de outras palavras, outras rimas.  Pedir as crianças que usem outras palavras iniciadas com as vogais e também outras rimas. Poderá ser gravado, vídeos da turma.
 Quando todos já estiverem identificando as vogais, mostrar o Vídeo delas, para que sirva de motivação e descobertas do saber.
Com as palavras que citei como exemplo, fiz uma música assim;
A A A A de Avião  (Bis) que voa  no  alto perto do trovão (bis)
 E E E E de Escovão (Bis) que limpa a parede e também o chão(bis)
  I I I I de meu Irmão (Bis)  liga pra vocês   lá do  orelhão.(bis)
O O O O de Orlandão (Bis) que já vai chegando e causa confusão.(bis)
U U U U de Ursão(Bis) que vive na floresta e brinca com o Leão.(bis)
A professora convida cinco crianças, coloque os desenhos como fantasia das palavras a serem usadas e grava os vídeos cantando a música. Na minha opinião, a atividade poderá ser ampliada quando as crianças alcançarem um nível de aprendizagem mais alto, como por exemplo, escrita de palavras etc. Pode pedir para as crianças desenharem também, os desenhos ou pintarem desenhos xerocado,s isso de acordo à idade.


A educação enriquece um país!

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http://epoca.globo.com/ideias/noticia/2015/05/quanto-o-brasil-enriqueceria-se-tivesse-boa-educacao.html

Uma grande ação em prol da Educação no Brasil

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http://acervo.oglobo.globo.com/fatos-historicos/manifesto-pela-educacao-nova-no-brasil-lancado-ha-8-decadas-continua-atual-13832432?utm_source=Facebook&utm



Principais metas do PNE

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O prazo está se esgotando

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 http://www.brasil.gov.br/educacao/2015/03/estados-e-municipios-tem-ate-junho-para-instituir-metas-dos-planos-de-educacao

O Ministério da Educação (MEC) informa: estados e municípios devem criar e aprovar seus planos de educação até 24 de junho, conforme estabelecido no Plano Nacional de Educação (PNE).   “O prazo está se esgotando, mas ainda dá tempo”, afirma o secretário de Articulação com os Sistemas de Ensino (Sase), Binho Marques. “Aqueles que ainda não começaram o processo – que vai desde o diagnóstico até a aprovação de lei municipal ou estadual – devem fazê-lo o quanto antes”, alerta. 
Leia mais no link acima.






Plano de trabalho da Secretaria de Educação de Rio pardo de Minas - MG.

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Plano de trabalho da Secretaria de Educação de Rio pardo de Minas - MG.
                   Dentre outros planos da SME (Secretaria Municipal de Educação), está sendo elaborado atualmente, o PLANO DECENAL MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO em nosso município. A construção do PDME para a cidade de Rio Pardo de Minas significa um grande avanço, por se tratar de uma Política de Estado e não somente uma Política de Governo. A sua aprovação pelo poder legislativo, sancionada pelo chefe do executivo, transforma-o em lei municipal e confere-lhe o poder de ultrapassar diferentes gestões. Nesse prisma, o PDME promove a superação de uma prática tão comum na educação brasileira: a descontinuidade que acontece em cada governo; recomeçar a história da educação, desconsiderando as boas políticas educacionais anteriores por não serem de sua iniciativa. Com um Plano Decenal Municipal de Educação com força de lei, respeitado por todos os dirigentes municipais, resgata-se o sentido da continuidade das políticas públicas.
                   A elaboração do PDME constitui-se como o momento de um planejamento conjunto do Governo com a Sociedade Civil que, com base científica e com a disponibilização dos recursos que se fizerem necessária, deve ter como intuito responder às necessidades sociais, no que tange a educação em nosso município. O que garantirá a efetivação das diretrizes e metas estabelecidas no PDME serão a participação, o acompanhamento e a avaliação da sociedade civil, representada pelo Conselho Municipal de Educação, Câmara Municipal, trabalhadores/as da educação. Quando aprovado pela Câmara Municipal, torna-se uma lei que dará condições de continuidade nas políticas educacionais municipais. Como instrumento de operação do Sistema Municipal de Ensino, o PDME estabelece as políticas, diretrizes e define os objetivos e metas educacionais do município para um período decenal. A elaboração do plano, por meio da participação conjunta entre o Governo e a Sociedade Civil organizada, deve constituir-se em processo de formação, de aprendizagem sobre a realidade educacional do município, da concepção de educação inspiradora da ação, dos objetivos da ação e da própria razão de ser e de agir de cada participante. O Plano Decenal Municipal de Educação será encaminhado à Secretaria Municipal de Educação que, juntamente com a Procuradoria Geral à Câmara Municipal para aprovação e publicação. Parabéns pela grande iniciativa, e que outros grandes planos sejam implantados na educação do nosso município.
                   Parabéns pela grande iniciativa, e que outros grandes planos sejam implantados na educação do nosso município.



Referência:
BRITO Bruno Ricardo De · Plano de trabalho da Secretaria de Educação de Rio pardo de Minas  Maio 7, 2015 Disponível em> http://riopardodeminas.blog.br/plano-decenal-municipal-de-educacao
 




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 Mudança recente dos ministros da Educação. Por que houve esta mudança? Quem é o novo ministro? Você sabe algo sobre a Secretaria de Educação do nosso estado? Quem é a(o) secretario(a) de educação de seu município? E se vc fosse o secretario/a secretaria de educação de seu município? O que faria?

                   De 1º de janeiro de 2015 a 06 de abril do mesmo ano, ocorreram 03 mudanças no Ministério da Educação, como podem ver no quadro abaixo:

Cid Gomes
1º de janeiro de 2015
18 de março de 2015
Luiz Cláudio Costa 
18 de março de 2015

(interino)

Renato Janine Ribeiro
06 de abril de 2015
06 de abril de 2015

Posse do atual Ministro da Educação



                     Na cerimônia de posse, Dilma afirmou que Renato Janine  Ribeiro está à altura dos grandes,“Para consolidar a construção do desafio de uma pátria educadora, convidei um professor, um pensador e um apaixonado pela educação; Renato Janine Ribeiro é uma feliz novidade”, disse a presidenta. Ela reiterou a confiança em Janine para cumprir os principais eixos do Plano Nacional de Educação (PNE). Dilma Rousseff, lembrou grandes nomes da educação brasileira, como Paulo Freire, Anísio Teixeira, Lourenço Filho, Fernando de Azevedo e Darcy Ribeiro. “Renato Janine Ribeiro está à altura desses educadores”, disse a presidenta. “Sua escolha traz simbolismo à minha prioridade para os próximos quatro anos.” .
                  Natural de Araçatuba, São Paulo, o ministro Renato Janine Ribeiro é doutor em filosofia pela Universidade de São Paulo (USP). Desde 1994, é professor titular da disciplina ética e filosofia política na USP. Tem 78 capítulos de livros editados e 18 livros publicados. Recebeu o Prêmio Jabuti, em 2001; a Ordem Nacional do Mérito Científico, em 1997, e a Ordem do Rio Branco, em 2009.
                 Janine disse que a educação é o instrumento decisivo para a justiça social e afirmou que o ministério vai contribuir com o ajuste fiscal do governo federal.



https://www.youtube.com/watch?v=hHo7vTNJxdE



  Por que houve essas mudanças?

                   Segundo “Dilma Rousseff as mudanças recentes na educação, foi uma alteração pontual. São alterações pontuais, estou fazendo uma alteração pontual no Ministério da Educação. “Não tenho perspectiva de alterar nada, nem ninguém, mas as circunstâncias às vezes obrigam você alterar, como foi o caso da educação,” observou Dilma Rousseff. Na fala da presidente, não fica claro, o motivo pelo qual Cid Gomes deixa o ministério da Educação.
   
                   A SEE MG (Secretaria de Estado de Minas Gerais) 
Esse órgão tem por finalidade planejar, dirigir, executar, controlar e avaliar as ações setoriais a cargo do Estado relativas à garantia e à promoção da educação, com a participação da sociedade, com vistas ao pleno desenvolvimento da pessoa e seu preparo para o exercício da cidadania e para o trabalho, à redução das desigualdades regionais, à equalização de oportunidades e ao reconhecimento da diversidade cultural.

                   Uma bela iniciativa da SEE MG é a implantação do curso Normal que conta com mais de 12 mil estudantes, promove a educação, qualificando profissionais que desejam atuar em instituições de educação Infantil e não possuem qualificação mínima definida pela LDB. As aulas são ministradas por professores da própria escola. Durante o curso, o aluno recebe uma formação a partir de eixos, tópicos e conteúdos que contemplam temas como história da infância e da educação infantil, políticas públicas e legislação, crescimento e desenvolvimento da criança, instituição da educação infantil e cotidiano, identidade profissional e concepção do processo de alfabetização. A formação ofertada é em nível técnico e podem fazer a capacitação, pessoas que concluíram o ensino fundamental ou o médio. Parabéns à SEE MG, pela iniciativa.

                   Moro no município de Rio pardo de Minas e o nome do nosso secretário de educação é Jonas Marcio de Oliveira Cunha. 
            Dentre outros planos da SME (Secretaria Municipal de Educação), está sendo elaborado atualmente, o PLANO DECENAL MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO em nosso município. A construção do PDME para a cidade de Rio Pardo de Minas significa um grande avanço, por se tratar de uma Política de Estado e não somente uma Política de Governo. A sua aprovação pelo poder legislativo, sancionada pelo chefe do executivo, transforma-o em lei municipal e confere-lhe o poder de ultrapassar diferentes gestões. Nesse prisma, o PDME promove a superação de uma prática tão comum na educação brasileira: a descontinuidade que acontece em cada governo; recomeçar a história da educação, desconsiderando as boas políticas educacionais anteriores por não serem de sua iniciativa. Com um Plano Decenal Municipal de Educação com força de lei, respeitado por todos os dirigentes municipais, resgata-se o sentido da continuidade das políticas públicas. 

             Se eu fosse a Secretária de Educação do meu município...
  Iria investir nas universidades gratuitas, trazendo pólos EAD ou presenciais, para atender os jovens e adultos, que não têm ou não tiveram  a oportunidade de cursar uma faculdade em outras cidades, considerando que, a situação econômica e o poder aquisitivo dessas pessoas não são favoráveis a elas para cursarem uma faculdade particular, seria uma excelente iniciativa. Além disso em parceria com o prefeito, iria investir na adesão ao projeto de inserção do serviço social nas escolas municipais, com objetivo de contribuir com ações que tornem a educação como uma prática de inclusão social, de formação da cidadania e emancipação dos sujeitos sociais. Ambos, tanto a escola como o Serviço Social, trabalham diretamente com a educação, com a consciência, com a oportunidade de possibilitar as pessoas que se tornem conscientes, e sujeitos de sua própria história.
    Não sou a favor de cargos comissionados, principalmente cargos de diretores de escolas. Iria sugerir para o executivo e para o legislativo que esses cargos fossem preenchidos através de concursos e, promovendo assim, a democratização da escola com a participação e direito de escolha da comunidade escolar. Aceitaria na minha equipe, pessoas com grande interesse em realmente participar de um trabalho, que enriquecesse e valorizasse a educação num todo,  do mais simples servidor ao mais alto,sem hierarquias, pois uma educação de boa qualidade se dá quando todos participam de forma colaborativa. 
   Não sou a secretária de educação do meu município, mas tenho uma grande vontade que cargos públicos, principalmente na educação, deixassem de ser indicados, por exemplo, por vereadores que, só tem interesse em serem eleitos e reeleitos. Fico observando como esse processo de indicação me choca, me deixa às vezes revoltada, um professor estuda   durante uma grande parte da sua vida, se prepara para o trabalho eficiente, chega numa escola e depara com diretores submissos a tudo que o prefeito  ordena, sem aprovação da comunidade escolar... acredito que isso não é democracia na escola, parece mais cabos eleitorais! Perdão , mas é assim que  penso... e o mais revoltante é que se a escola vai bem, nossa! Todos os méritos vão para o (a) diretor, se vai mal, a culpa toda é jogada em cima dos sofressores, digo, professores, sendo assim os professores estão a todo momento sendo castigado, porque a nossa educação...interrompendo meu pensamento,acho que o querido leitor entendeu! Ah! Por incrível que pareça, a maioria desses diretores nunca passaram nem no processo seletivo!